Os melhores e piores investimentos de 2015


Para a maioria dos investidores da bolsa brasileira, 2015 não foi um bom ano: recuando cerca de 13 por cento, nosso principal índice acionário, o Ibovespa, fechou em seu menor nível desde 2008, aos 43.350 pontos.

Alguns investidores, no entanto, só tiveram alegrias no último ano. É o caso daqueles que apostaram na alta do dólar, que viram a moeda americana se valorizar mais de 48%, e daqueles que arriscaram no ouro, cuja cotação saltou 32% em apenas 12 meses.

Bom, vejamos quais foram os melhores e piores investimentos de 2015, segundo a revista Exame:

Dólar comercial: +48,49%
Ouro: +32,15%
Fundos de Investimento no Exterior: +19,93%
Fundos de Renda Fixa: +13,73%
Tesouro Selic 2017 (LFT) +13,01%
Fundos Renda Fixa Indexados: +10,68%
Poupança: 7,29%
Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) 5,40%
Fundos de Ações: -2,98%
Fundos de Ações/Dividendos: -5,37%
Índice Ibovespa: -13,31%

Quanto aos índices setoriais:

Índice Industrial (INDX): +5,26%
Índice de Materiais Básicos (IMAT): -1,51% 
Índice de Consumo (ICON): -6,68%
Índice Financeiro (IFNC): -12,42%
Índice Ibovespa: -13,31%
Índice Imobiliário (IMOB): -21,36%
Índice de Samll Caps (SMLL): -22,37%
Índice de Dividendos (IDIV): -27,45%

Para concluir, é muito importante registrar que algumas aplicações foram fortemente influenciadas pela alta do dólar. É o caso dos Fundos de Investimento no Exterior e do ouro, sendo que este último subiu, no Brasil, mais de 32%, ao mesmo tempo em que acumulou perdas de mais de 10% em sua cotação nas bolsas americanas.



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